terça-feira, 2 de julho de 2013

Luna & Lino.


29/11/2009

 
DOIS GATINHOS VIRA-LATAS AINDA NÃO ESPANTARAM OS CAMUNDONGOS DA CASA, MAS A ADOÇÃO DELES JÁ SURTIU EFEITO: REDUZIU A NINHADA DE UMA ONG
Jefferson Coppola/Folha Imagem


Luna & Linopor Laura Capriglione 

Acostumada que estava ao ambiente rarefeito do nono andar onde eu morava, confesso que me assustei com os excessos de vida que se imiscuíram na minha depois que me mudei para uma casa -ao rés do chão, portanto.

Descobri, por exemplo, que, muito mais do que supunha, o bairro do Paraíso (zona sul de SP) tem uma fauna infernal de pernilongos, taturanas, lagartixas, caramujos. E camundongos!

Um microrroedor desses apareceu no quintal num domingo à tarde. Transformou o almoço alegre à sombra da jabuticabeira em muitos, muitos, muitos e muitos decibéis de gritaria, gente empoleirada na mesa e nas cadeiras -exageros de comédia.

Não demorou e o valente cunhado preparou-se para a luta. Estava de short e chinelos, que substituiu como por encanto por botas. Assim, super-herói improvável, deu cabo do ratinho -ninguém quis ver ou saber como.

Logo apareceram os apocalípticos: "Vida em casa é assim mesmo, prepare-se". Bem que eu tentei um repelente eletrônico, emissor de frequência de som só percebida por ratos. Por exigir fé maior do que sou capaz, desisti do artefato. Os mata-ratos eu já descartara. Sei lá, podiam envenenar outros bichos, a água, crianças -não quis arriscar.

O jeito foi encarar a saída "Tom & Jerry", agora torcendo pelo Tom (nada como a vida real!).

Noite chuvosa, lá estávamos em um chique apartamento da rua Frei Caneca, na região central da cidade, habitado por dois humanos e 40 gatos de todas as idades, cores e poses.

Tudo limpíssimo, confirmava-se a tese de que os gatos são seres autolimpantes.

Performance de pantera
Luna e Lino, vira-latas puros-sangues, dois meses de vida, nasceram em uma ninhada de oito filhotes, dos quais um morreu logo de cara. A mãe vivia nos becos e vielas da favela do Moinho, bairro de Campos Elíseos (região central), e foi lá, ao relento, que ela deu à luz os filhotinhos.

Albert Viana, dono do apartamento, a partir de denúncia de abandono, foi à favela e resgatou os sem-teto. Castrada, a gata foi devolvida ao local, ao qual já estava acostumada.

Os filhotinhos ficaram com Albert, que lhes providenciou abrigo, alimentação, vacinação, vermifugação e castração -à espera de quem os adotasse.

A Toca dos Gatinhos, ONG de militantes que Albert fundou com amigos, tem esse propósito: buscar um lar para gatos abandonados e carentes de São Paulo e tentar evitar a proliferação do abandono.

Cálculos bem estabelecidos mostram que a esterilização de uma única fêmea evitará o nascimento, em sete anos, de 509.097 gatos. Logo, basta que mil fêmeas sejam esterilizadas para que se tenha 509 milhões de gatos a menos em sete anos.

Menos abandono também.

Luna é clara, tem pelos em tons "nude" (está super na moda) e olhos azuis. Já Lino é do tipo "frajola", preto e branco -mais comum, impossível. Fomos com o intuito de encontrar Luna, que já havíamos visto no site tocadosgatinhos.blogspot.com. Mas Lino fez de tudo para que o levássemos junto. Performance de pantera em formato de bolso, ronronados, olhares, risadas -um sedutor (e risonho, sim).

O humano Albert não nos deu moleza. Obrigou-nos a preencher um questionário, interrogou-nos, perguntou que ração daríamos se aprovados fôssemos, recriminou nossa opção, fez-nos assinar um termo de compromisso.

Para ajudar a manter o trabalho da Toca, demos a Albert R$ 100. O mundo tem hoje menos dois gatinhos sem-teto, e a minha casa ganhou dois mínimos tigrinhos, que brincam o dia todo, quando não dormem. Ratos, camundongos e "Jerry" tremem. 

segunda-feira, 1 de julho de 2013

PIF

PIF (Peritonite Infecciosa Felina)

A PIF é uma das doenças mais fatais a que os gatos estão sujeitos e o pior é que na maioria dos casos a detecção é difícil e os exames são, em muitos casos, inconclusivos.

Em tese, qualquer gato pode ser portador de PIF, seja um gatinho abandonado na rua, seja um gato "de raça" comprado por 5.000 reais por gatil que visa lucro.

Sabemos de casos de gatos "de raça" que morreram de PIF com 6 meses, mas nesses casos é muito provável que os vendedore$ sabiam sim do problema, mas por motivos óbvio$, não avisaram aos compradores.

Bem diferente é a situação de gatos abandonados e recolhidos por ONGs e protetores, que não tem como saber se o gato é sintomático para PIF, ainda mais porque não sabem a origem dos pais do gato e da linhagem genética.

Já vi caso em que um gato passou por 6 veterinários e só o último detectou a PIF. Isso não significa que os outros 5 veterinários foram incompetentes, mas talvez os sintomas não permitiam o diagnóstico quando foram consultados.

O fato de um gato ter PIF não significa necessariamente que os gatos que tiveram contato com ele vão também ser afetados.
Existem casos em que um único gato da ninhada teve PIF e os irmãos não tiveram problema algum.
Já vi caso de gata que morreu de PIF e que também era positiva para Aids felina, mas um gato com que convivia diariamente testou negativo para Aids felina e Leucemia e, além disso, não apresentou sintoma algum de PIF passados anos da morte da gata.

Na maioria dos casos a PIF atinge gatos com até 6 meses de vida, e em menor número, gatos de até 2 anos de idade.
Assim, quem por exemplo já teve caso fatal de PIF e quer adotar um gato com pouca chance de ter a doença, deve adotar gato com acima de 2 anos, ou melhor ainda, acima de 3 anos de vida.
Alguns gatos só apresentam sintomas de PIF na velhice, mas como disse uma amiga minha "de alguma coisa o gato vai morrer na velhice".
O portal medicinafelina.com.br recomenda que quem tem gato e perdeu algum com PIF adote um com mais de 2 anos, por esse motivo.

Existem vários textos sobre PIF na Internet e os mais complexos são em inglões (peritonitis feline).

O melhor texto que encontrei veio do site FELINOS URBANOS:
  
"Sem vacina segura, sem diagnóstico fiável e, sobretudo sem cura, a PIF é a infecção mais mortífera nos gatos.
A Peritonite Infecciosa Felina (PIF) é causada por uma das dezenas variantes do coronavírus.
A presença do coronavírus nos gatos é uma doença benigna, que geralmente não causa sintomas e que os gatos acabam por combater eficazmente através da ação do próprio sistema imunológico. 
Na realidade, a maioria dos donos não chega a saber que o gato esteve infectado por este vírus. 
Contudo, em 1 a 3% desses casos, o coronavírus degenera numa variante imunomediada quase sempre letal.  
A detecção da PIF não é tão fácil como, a princípio, poderia parecer. Os sintomas são comuns a outras doenças e ainda não há nenhum método em que não ocorram falsos negativos ou falsos positivos, ou seja, gatos que se pensava
estarem infectados e mais tarde verifica-se que não, e gatos que se pensava não estarem infectados e mais tarde verifica-se que estavam. 
    
Um veterinário que conheço define a PIF como uma "resposta errada" ao coronavírus, ou seja, enquanto a maioria dos gatos conseguem dar uma resposta correta e não serem afetados, os outros não conseguem.

Há que se considerar também que há diversas outras doenças, algumas de origem genética e de detecção e tratamento difíceis ou impossíveis, que podem atingir os gatos, assim como atingem cães e pessoas.






  

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Medidas de segurança para quem já tem gatos e quer adotar outro, sendo o local não totalmente protegido/fechado.   

Há gatos que mesmo tendo chances de saírem do quintal, indo para vizinhos ou para a rua, não saem, o que leva os donos a pensarem que todos os gatos agem do mesmo modo.

Mesmo gatos que saem e voltam, podem um dia saírem e não voltarem, ou voltarem machucados, envenenados, etc. Infelizmente há muitos relatos nesse sentido, mesmo quando os vizinhos são civilizados, pois nunca se sabe se alguém de fora com espírito de porco vai fazer uma maldade.

Quando novo gato é adotado, muito provavelmente estranha a mudança de ambiente, e há o risco alto de o gato fugir até mesmo no primeiro dia e nunca mais voltar, ainda mais se outro gato for hostil a ele no princípio.

Há vários relatos de gatos que somem antes ou depois de o dono se mudar de casa, imagine então um gato que veio de outro lugar e chega num lugar que não conhece!

O ideal é o dono tomar medidas práticas, tal como instalar telas nas janelas ou nos muros (em cima) para evitar as fugas, mas se isso não for possível, é preferível não adotar outro gato enquanto essas medidas não forem tomadas, sob o risco de o pobre gato, ao invés de ter um novo lar, acabar fugindo e tendo um destino triste.

  

1 ou 2 gatinhos

Pensando em adotar um gatinho? Por que não adota dois? Te dou 10 bons motivos:

01.  A primeira razão pela qual você deve adotar dois gatinhos: você estará salvando duas vidas ao invés de uma.

02.  Todos nós precisamos de um melhor amigo. Dois filhotes que crescem juntos quase sempre tornam-se amigos para a vida. Quando você está longe, seus gatos terão um ao outro.

03.  Um gatinho sozinho durante o dia pode tornar-se solitário e entediado, e às vezes pode se comportar mal. Dois gatinhos nunca são solitários, portanto, são menos propensos a terem problemas de comportamento. Um único gatinho, entediado, pode muitas vezes entreter-se mastigando plantas, escalando móveis, desenrolando papel higiênico, explorando os cabos elétricos e tomadas, etc., o que é perigoso. Isso não quer dizer que os gatinhos que vivem com outros gatinhos também não possam fazer às vezes essas coisas, mas em dupla esses riscos diminuem.

04. Você não precisará se preocupar com a formação do seu gatinho, porque os gatinhos aprendem uns com os outros. Ex: como usar uma caixinha de areia, como limpar-se após as refeições, e por aí vai...

05.  Se você já estiver criando um gato mais velho, provavelmente ele aceitará dois gatinhos melhor que um. Um gatinho vai procurar o gato mais velho como um companheiro, e devido a diferença de idade e de energia, pode aborrecê-lo e levá-lo ao estresse, correndo o risco de ser machucado. Dois gatinhos vão gastar as energias de suas brincadeiras um com o outro, deixando o gatinho adulto em paz,e mais próximo de seu tutor.

06.  Os gatinhos querem e precisam interagir com os outros de sua própria espécie para ter um desenvolvimento social saudável. Um gatinho aprende muito nos primeiros meses de vida com sua mãe e irmãos. Separar um gatinho de sua mãe é muitas vezes uma necessidade para que ele seja adotado, mas levá-lo para longe de sua ninhada e isolá-lo pode atrasar o o seu desenvolvimento emocional, social e, por vezes, fisicamente. Os gatinhos que são capazes de ficar com um de seus companheiros de ninhada, ou com um companheiro da mesma faixa etária, tendem a ser mais saudáveis e felizes, e a longo prazo, animais de estimação mais sociais do que aqueles que estão isolados dos outros de sua espécie em uma idade adiantada.

07.  Alguns gatos são seletivos quanto a comida, principalmente quando não há concorrência para a tigela de comida. Em dupla, eles ficam curiosos sobre o que o outro está comendo, e rapidamente superam essa exigência quanto a comida.

08.  Eles servem como almofadas um para o outro para se manterem aquecidos. Não há nenhuma visão tão terna e pacífica de dois gatinhos enroscados em conjunto para uma soneca.

09.  A quantidade de atenção que um gatinho solitário exigirá de seu tutor pode ser meio cansativa para quem não tem esse pique todo. Dois gatinhos vão se entreter uns com os outros, deixando-o mais livre para apreciá-los e observá-los. Isso resulta em tutores mais felizes.

10. Criar dois gatinhos é muito legal. Você já viu dois gatinhos brincando juntos? É o dobro da diversão.

1 ou 2 gatinhos

Pensando em adotar um gatinho? Por que não adota dois? Te dou 10 bons motivos:

01.  A primeira razão pela qual você deve adotar dois gatinhos: você estará salvando duas vidas ao invés de uma.

02.  Todos nós precisamos de um melhor amigo. Dois filhotes que crescem juntos quase sempre tornam-se amigos para a vida. Quando você está longe, seus gatos terão um ao outro.

03.  Um gatinho sozinho durante o dia pode tornar-se solitário e entediado, e às vezes pode se comportar mal. Dois gatinhos nunca são solitários, portanto, são menos propensos a terem problemas de comportamento. Um único gatinho, entediado, pode muitas vezes entreter-se mastigando plantas, escalando móveis, desenrolando papel higiênico, explorando os cabos elétricos e tomadas, etc., o que é perigoso. Isso não quer dizer que os gatinhos que vivem com outros gatinhos também não possam fazer às vezes essas coisas, mas em dupla esses riscos diminuem.

04. Você não precisará se preocupar com a formação do seu gatinho, porque os gatinhos aprendem uns com os outros. Ex: como usar uma caixinha de areia, como limpar-se após as refeições, e por aí vai...

05.  Se você já estiver criando um gato mais velho, provavelmente ele aceitará dois gatinhos melhor que um. Um gatinho vai procurar o gato mais velho como um companheiro, e devido a diferença de idade e de energia, pode aborrecê-lo e levá-lo ao estresse, correndo o risco de ser machucado. Dois gatinhos vão gastar as energias de suas brincadeiras um com o outro, deixando o gatinho adulto em paz,e mais próximo de seu tutor.

06.  Os gatinhos querem e precisam interagir com os outros de sua própria espécie para ter um desenvolvimento social saudável. Um gatinho aprende muito nos primeiros meses de vida com sua mãe e irmãos. Separar um gatinho de sua mãe é muitas vezes uma necessidade para que ele seja adotado, mas levá-lo para longe de sua ninhada e isolá-lo pode atrasar o o seu desenvolvimento emocional, social e, por vezes, fisicamente. Os gatinhos que são capazes de ficar com um de seus companheiros de ninhada, ou com um companheiro da mesma faixa etária, tendem a ser mais saudáveis e felizes, e a longo prazo, animais de estimação mais sociais do que aqueles que estão isolados dos outros de sua espécie em uma idade adiantada.

07.  Alguns gatos são seletivos quanto a comida, principalmente quando não há concorrência para a tigela de comida. Em dupla, eles ficam curiosos sobre o que o outro está comendo, e rapidamente superam essa exigência quanto a comida.

08.  Eles servem como almofadas um para o outro para se manterem aquecidos. Não há nenhuma visão tão terna e pacífica de dois gatinhos enroscados em conjunto para uma soneca.

09.  A quantidade de atenção que um gatinho solitário exigirá de seu tutor pode ser meio cansativa para quem não tem esse pique todo. Dois gatinhos vão se entreter uns com os outros, deixando-o mais livre para apreciá-los e observá-los. Isso resulta em tutores mais felizes.

10. Criar dois gatinhos é muito legal. Você já viu dois gatinhos brincando juntos? É o dobro da diversão.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Janelas fechadas

É comum que pessoas que sabem que os gatos correm riscos ao irem para as janelas adotarem a solução de   deixar uma ou mais janelas fechadas, assim, pensam, o problema estará resolvido.

Essa solução parece mais segura em casas onde more uma ou duas pessoas, sem crianças, ou com pouca movimentação de pessoas.

Pode funcionar bem, mas os riscos são os seguintes:

- uma visita ou alguém que faça a limpeza abrir as janelas quando os donos não estiverem vendo.
Já vi caso em que isso aconteceu: a visita abriu a janela e o gato só foi localizado depois de alguns dias, bem magro. Mas não é sempre que o gato é localizado após fugir pela janela.

- eventualmente, quando da abertura da janela para limpeza, o gato ir para a janela.

Além disso, com a instalação das telas nas janelas o lar fica mais arejado, pois as janelas podem ser abertas mesmo quando estiver fazendo calor.

Outro motivo para telar as janelas é que muitos gatos adoram ficar nas janelas olhando o movimento da rua ou mesmo que a janela seja interna, muitos gostam assim mesmo.

Em locais pequenos, telar as janelas acaba criando um ambiente novo para o gato ficar.

Há casos em que é mais prático telar a parte superior dos muros, ao invés das janelas, ou outro local.

Cada casa pode ter uma solução diferente, mas o importante é que não dá para confiar apenas na boa vontade dos donos, pois em um segundo o gato pode escapar e é impossível vigiar o tempo todo.

Há casos em que o gato saiu pelo único ponto vulnerável do lar (janela do banheiro, por uma fresta na tela ou no alto de um telhado) e nunca mais voltou, provocando terrível sofrimento aos donos e ao gato.


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Locais de adoção


ADOÇÕES DE GATOS 
BAIRRO/REGIÃO LOCAL / ONG CONTATO (ver horários, taxa, etc.)

BELENZINHO Cobasi Radial Leste. ONG Loucos por Bichos. email contato@loucosporbichos.net

BUTANTÃ Pet Shop Eco Pet. R. Regente Leon Kaniefsky 483. Ver dias e horários com contato ao lado. Socorro Duarte. 9-8478-3690.

CENTRO/REPÚBLICA Matilha Cultura. Centro de Adoção Naturezza em Forma. Rua Rego Freitas, 542 telefones 3151-2536 e 3256-2636

COTIA Zoocenter. ONG Patinhas da Liberdade. Domingos alternados. Ver dias e horários com contato ao lado. Fabiola. 9-7117-6029

GUARULHOS  Shopping Bonsucesso. Av. Pres. Kubstchek 5308. Ver dias e horários com contato ao lado. email: sac@adotandoumamigo.com.br

HIGIENÓPOLIS Tomaretus. Rua Alagoas 539. Aos sábados. Ver horários com contato ao lado. Giuliana Stefanini. 9-9162-1855. giu.stefanini@hotmail.com

INTERLAGOS Clínica Zoo Center. ONG AUQMIA. Av. Atlantica 3961. Ver dias e horários com contato ao lado.   email: contato.auqmia@gmail.com

JARDIM MARAJOARA (ZS) Sábados, domingos e feriados. Av. Washington Luiz 2737. Ver horários com contato ao lado. Miriam 9-8285-6255. Conceição 9-9831-9991

MOEMA Pet Shop Iraí. Av. Iraí 799. Aos sábados. Ver horários com contato ao lado.   Márcia 9-8683-0807

REAL PARQUE/MORUMBI Pet Real. Rua Luiz Gonzaga de Azevedo Neto 173. Adoções durante o funcionamento da pet shop. telefone 3755-1037.

SANTA CECÍLIA Pet Center Marginal Santa Cecília. ONG Projeto Cel. Aos sábados. Horários no site www.projetocel.org.br email contato@projetocel.org.br. Telefones para contato: 2852-8403 e 9-9123-3124

SÃO BERNARDO AUQMIA. Pet Center Marginal SBC. Av. Rotary 825. Ver dias e horários com contato ao lado. email: celinacn@uol.com.br

SÃO CAETANO Clínica Dr. Coelho. Aos sábados. Ver horários com contato ao lado. Luciene 2311-2175 drcoelholuciene@uol.com.br

VILA MARIANA Companhia Animal. Rua Gandavo 148. Aos sábados. Ver horários com contato ao lado. Rosangela. 9-9976-1479 e 9-6456-4979

VILA PRUDENTE Ao lado seguem contatos de 2 protetoras independentes Márcia 2941-7352 e 9-8621-2217. Helena 2341-4353 e 9-7655-9566. 

ZN / MARGINAL TIETÊ Pet Center Marginal. ONG Projeto Cel. Sábados e domingos. Ver horários com contato ao lado. email contato@projetocel.org.br. Telefones para contato: 2852-8403 e 9-9123-3123