Dicas importantes para quem tem cão e quer adotar gato.
Mesmo quem é excelente dono de cão ou cães precisa de conscientizar-se que existem
diferenças muito importantes entre criar cães e criar gatos.
Em geral, cuidar de gato é até mais fácil, mas existem particularidades que precisam ser
observadas:
1) Gatos são geralmente independentes e cada um tem uma forma própria de demonstrar
carinho - sendo que alguns são bem discretos quanto a isso.
2) As unhas dos gatos devem ser mantidas sempre cortadas, para evitar machucar o cão. Para isso, use tesourinhas próprias, vendidas em pet shops.
3) Levar o gato em viagens pode ser uma péssima idéia, pois o gato pode estressar-se e até mesmo fugir!
Ao contrário de cães, gatos geralmente estranham mudança de ambiente.
Viajar e deixar o gato em casa de amigos ou parentes também pode ser desastroso, pois o gato pode fugir
ou acidentar-se, principalmente se a casa tiver pontos vulneráveis por onde o gato possa sair ou o apartamento não tiver telas nas janelas.
Há quem leve o gato em viagens ou deixe em casa de terceiros, mas os locais são totalmente protegidos, com telas, etc.
4) O gato pode ser o mais manso do mundo, mas se for transportado na rua sem estar dentro de caixa
de transporte, dessas vendidas em pet shops, pode assutar-se, machucar quem o estiver transportando e até mesmo fugir!
Conheço casos trágicos e reais que ocorreram por falta de uma caixa de transporte.
Para quem tem gatos, caixas de transporte é item essencial.
Na hora de fechar a caixa, certifique-se que está tudo travado e bem fechado.
5) Tente adotar um gato que parece se dar melhor com o cão que você já tem, mesmo que não fosse o
gato que você adotaria caso não tivesse nenhum animal.
terça-feira, 17 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Gatos e casas
Gatos em casas térreas: dicas para um lar seguro.
Por mais bem intencionados sejam dos donos do gato, no sentido de não deixá-los sair para a rua ou para quintais de vizinhos, nem sempre o plano dá certo.
Claro, existem alguns gatos pacatos, que mesmo tendo a chance de sair, não saem, mas mesmo esses
gatos podem dar um único passeio sem volta ou com consequências trágicas.
Pensar que o gato pode ir para o quintal e que se tiver alguém olhando não vai acontecer nada é um erro.
Já vi vários casos em que em questão de segundos o gato escapuliu e fugiu ou morreu.
Num dos casos, ao ser aberto o portão da casa o gato saiu como um tiro e foi atropelado.
Gatos tem a característica de, em poucos segundos, pularem muros ou saírem em disparada, e mesmo
que alguém esteja tomando conta, não vai conseguir impedir que o gato escape!
Quem mora em casas térreas pode encontrar várias soluções para que o gato viva em local seguro.
Algumas sugestões:
- telar as janelas, protegendo inclusive a janela do banheiro, e proteger também as portas ou
só abri-las tendo cuidado para o gato não sair.
- colocar telas por cima dos muros, na horizontal, ou instalar grades inclinadas para dentro a
45º. Só telar o portão pode não adiantar, pois o gato pode escalar a tela e sair por cima.
Em todo caso, é melhor que o gato viva em local menor, mas protegido.
Muitos gatos vivem em apartamentos pequenos por anos e anos.
Aliás, a maioria dos gatos que vivem 15 anos ou mais vivem em ambientes fechados.
Os gatos que vivem em ambientes abertos, em que possam ir para a rua ou para vizinhos
costumam morrer de envenenamento, atropelamento, maus tratos.
Há ainda casos em que os gatos "somem", ou para ser mais realistas, ou estão passando
frio e fome em local distante ou foram mortos tragicamente.
Gatos mansos e "bonitinhos" são alvo fácil para serem roubados, principalmente se
forem vistos por quem passa na rua.
Se for muito difícil ou muito caro proteger o lar, talvez seja melhor adotar um
cão, pois eles não pulam muros e é mais fácil protegê-los.
Por mais bem intencionados sejam dos donos do gato, no sentido de não deixá-los sair para a rua ou para quintais de vizinhos, nem sempre o plano dá certo.
Claro, existem alguns gatos pacatos, que mesmo tendo a chance de sair, não saem, mas mesmo esses
gatos podem dar um único passeio sem volta ou com consequências trágicas.
Pensar que o gato pode ir para o quintal e que se tiver alguém olhando não vai acontecer nada é um erro.
Já vi vários casos em que em questão de segundos o gato escapuliu e fugiu ou morreu.
Num dos casos, ao ser aberto o portão da casa o gato saiu como um tiro e foi atropelado.
Gatos tem a característica de, em poucos segundos, pularem muros ou saírem em disparada, e mesmo
que alguém esteja tomando conta, não vai conseguir impedir que o gato escape!
Quem mora em casas térreas pode encontrar várias soluções para que o gato viva em local seguro.
Algumas sugestões:
- telar as janelas, protegendo inclusive a janela do banheiro, e proteger também as portas ou
só abri-las tendo cuidado para o gato não sair.
- colocar telas por cima dos muros, na horizontal, ou instalar grades inclinadas para dentro a
45º. Só telar o portão pode não adiantar, pois o gato pode escalar a tela e sair por cima.
Em todo caso, é melhor que o gato viva em local menor, mas protegido.
Muitos gatos vivem em apartamentos pequenos por anos e anos.
Aliás, a maioria dos gatos que vivem 15 anos ou mais vivem em ambientes fechados.
Os gatos que vivem em ambientes abertos, em que possam ir para a rua ou para vizinhos
costumam morrer de envenenamento, atropelamento, maus tratos.
Há ainda casos em que os gatos "somem", ou para ser mais realistas, ou estão passando
frio e fome em local distante ou foram mortos tragicamente.
Gatos mansos e "bonitinhos" são alvo fácil para serem roubados, principalmente se
forem vistos por quem passa na rua.
Se for muito difícil ou muito caro proteger o lar, talvez seja melhor adotar um
cão, pois eles não pulam muros e é mais fácil protegê-los.
Filhotes ou adultos?
Se você já tem algum gato ou cão, faz sentido adotar um gato filhote, pois na teoria é mais
fácil o animal já residente aceitar um filhote.
Se não há nenhum gato no seu lar, então você deve pensar com muito carinho na possibiidade
de adotar 2 filhotes (castrados, obviamente) ou apenas um gato adulto, também já castrado.
Muitas pessoas acreditam que adotando-se um filhote, ele vai ser "criado do meu jeito" ou
é preciso de um gato pequeno "para se acostumar comigo".
São duas idéias equivocadas.
Mesmo os gatos adotados pequenos NÃO são criados do jeito que o dono quer, pois
são independentes.
A maioria dos filhotes quer mais é saber de brincar e fazer bagunça, não são carinhosos,
e não há nenhuma garantia de que serão gatos carinhosos no futuro!
Além disso, filhotes muito peraltas que são adotados para lares onde sejam o único
gato podem dar mais trabalho aos donos do que se adotassem 2, pois por mais atenção
seja dada a eles, nada substitui o contato gato-com-gato.
Os gatos adultos costumam ser muito mais carinhosos e agradecidos a quem lhes dá uma
chance de adoção.
Tenho gatos comigo que já chegaram aqui adultos e que são mais carinhosos comigo do
que gatos que vieram para cá bem pequenos.
Vantagens na adoção de gatos adultos:
1) A personalidade deles já está definida, assim você sabe que gato está levando
para casa. Quando um filhote é adotado, não há certeza nenhuma de como será
o temperamento do gato no futuro, apesar de os donos se iludirem achando ue
o gato vai ser "criado do meu jeito".
2) Filhotes aparentemente saudáveis podem ter problemas de saúde de origem
genética, sendo sua detecção muito difícil. Os gatos adultos já resistiram à prova do
tempo.
3) Dar oportunidade de adoção a um gato adulto é como adotar uma criança
de 7 anos, que ninguém quer, pois já considera "crescida".
Parece que os adotantes mais felizes são os que adotaram gatos já adultos.
É emocionante ouvir relatos de quem deu oportunidade de adoção a gatos adultos.
Já tivemos casos de gatos filhotes muito peraltas que foram devolvidos 2 vezes,
pois os donos não aguentaram a bagunça que eles faziam.
Por isso, em resumo, é boa idéia adotar 2 filhotes, ou apenas 1 adulto, ou 1 gato mais
crescido, de 6 meses ou mais.
Em todo caso, a escolha é sua.
fácil o animal já residente aceitar um filhote.
Se não há nenhum gato no seu lar, então você deve pensar com muito carinho na possibiidade
de adotar 2 filhotes (castrados, obviamente) ou apenas um gato adulto, também já castrado.
Muitas pessoas acreditam que adotando-se um filhote, ele vai ser "criado do meu jeito" ou
é preciso de um gato pequeno "para se acostumar comigo".
São duas idéias equivocadas.
Mesmo os gatos adotados pequenos NÃO são criados do jeito que o dono quer, pois
são independentes.
A maioria dos filhotes quer mais é saber de brincar e fazer bagunça, não são carinhosos,
e não há nenhuma garantia de que serão gatos carinhosos no futuro!
Além disso, filhotes muito peraltas que são adotados para lares onde sejam o único
gato podem dar mais trabalho aos donos do que se adotassem 2, pois por mais atenção
seja dada a eles, nada substitui o contato gato-com-gato.
Os gatos adultos costumam ser muito mais carinhosos e agradecidos a quem lhes dá uma
chance de adoção.
Tenho gatos comigo que já chegaram aqui adultos e que são mais carinhosos comigo do
que gatos que vieram para cá bem pequenos.
Vantagens na adoção de gatos adultos:
1) A personalidade deles já está definida, assim você sabe que gato está levando
para casa. Quando um filhote é adotado, não há certeza nenhuma de como será
o temperamento do gato no futuro, apesar de os donos se iludirem achando ue
o gato vai ser "criado do meu jeito".
2) Filhotes aparentemente saudáveis podem ter problemas de saúde de origem
genética, sendo sua detecção muito difícil. Os gatos adultos já resistiram à prova do
tempo.
3) Dar oportunidade de adoção a um gato adulto é como adotar uma criança
de 7 anos, que ninguém quer, pois já considera "crescida".
Parece que os adotantes mais felizes são os que adotaram gatos já adultos.
É emocionante ouvir relatos de quem deu oportunidade de adoção a gatos adultos.
Já tivemos casos de gatos filhotes muito peraltas que foram devolvidos 2 vezes,
pois os donos não aguentaram a bagunça que eles faziam.
Por isso, em resumo, é boa idéia adotar 2 filhotes, ou apenas 1 adulto, ou 1 gato mais
crescido, de 6 meses ou mais.
Em todo caso, a escolha é sua.
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